Correio da Cidadania

Qual país se desenvolveu exportando petróleo por multinacionais estrangeiras?

Ex-assessor da Eletrobrás e crítico implacável da gestão dos governos petistas no setor, o engenheiro Roberto D’Araújo concedeu entrevista ao Correio da Cidadania e elencou diversas razões que explicam a destruição financeira da empresa.

O ministro borbônico age como mero serviçal dos interesses do mercado, do agronegócio, do capital e do sistema financeiro.

Não refrescou nada a redução para 9,5% ao ano da taxa básica nominal de juros, a popular SELIC.

Pinguelli toca no ponto crucial. O único centro de pesquisa brasileiro em eletricidade é da Eletrobras. Será privatizado também?

Um sexto do recebido pela venda da Nova Transportadora do Sudeste foi gasto em um trimestre com o aluguel dos próprios gasodutos.

Exportar petróleo em troca de dólares sem lastro não irá desenvolver o Brasil.

Nosso objetivo é debater pública e transparentemente a visão estratégica que conduz o destino da maior empresa do país.


Se falamos das informações de uma sociedade que voluntariamente as entrega, essa nova forma de riqueza deveria ser dela toda, não de poucos.

Não há substituto para o petróleo barato de produzir, mas ele acabou e a humanidade vive as consequências econômicas e sociais.

Desmentimos o show de contrainformações a serviço do mercado divulgadas pelo MME.

O governo quer vender mais “geografia” ao listar as usinas da Eletrobrás abalroadas pelo tiro no pé da MP 579 de Dilma.