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altO horizonte só pode ser o mesmo verificado aqui no Brasil. “Valorizar o produto”, transformá-lo num espetáculo sob medida para os consumistas de plantão e tentar aumentar os preços de tudo, dentro da capacidade de exploração econômica que cada país permitir.

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altEsse público passivo por 85 minutos é tudo que eles, da “modernização conservadora”, sonham. Entre contestar um tribunal ridículo, pelo direito de torcer como sempre, ou agredir torcedores que contrariam a ordem de engravatados, ficam com a segunda posição.

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altAprecio profundamente as vitórias das equipes consideradas menores ou tecnicamente inferiores. Porém, é impossível não relacionar as quedas de Fluminense, São Paulo e Internacional na Copa do Brasil ao momento do futebol brasileiro.

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altAcabou a festa e aos poucos vamos voltando à dura realidade de cada dia. Inclusive em termos de futebol. Para analisar todo o processo e iniciar o debate do que vem pela frente, o Correio entrevistou o historiador Marcos Alvito, que ajudou a fundar a Associação dos Torcedores.

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altSe é verdadeira a tese de que o país apodrece em todas as frentes institucionais, enquanto todos os caminhos são abertos para as inexoráveis rapinas do mercado, o esporte é só mais uma vítima da eterna promessa brasileira.

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altO próximo mandato presidencial terá o prazer (?) de promover a primeira Olimpíada em solo brasileiro e sul-americano, mas parece que ninguém se importou em rascunhar uma política nacional de esportes para o próximo período.

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altTriste constatação do que resta após o fim de Grondona: tal como na CBF herdada por Marin, há um vazio de lideranças, que pode desaguar num tempo de bagunça ainda maior do que em sua época.

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altRonaldo e Joana Havelange, talvez não saibam, mas tratar a população indignada como massa de manobra eleitoral só serve para potencializar a revolta. Não cai bem os grandes vencedores do atual processo tratarem as pessoas como imbecis.

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altA essa altura, é fácil falar que tudo não passou de um lamentável embuste, golpe, assalto. Porém, segue necessário denunciar, dado que a Copa apenas inaugurou um novo modelo de negócio para o futebol brasileiro.

 

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altEstá na moda, mas não nos interessa nem um pouco promover um linchamento público ao Grêmio ou à garota, até porque se tem alguém que tem tudo pra aprender algo é ela mesma, enquanto muita gente esperta continuará em silêncio.

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altEstranha conclusão, antes tivéssemos “parado” no tempo! O ponto é: precisamos voltar a nos enxergar como uma escola de futebol, no sentido mais estrito da palavra.

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altSerá a Copa mais cercada de contestação na história, impressionante para a coletividade internacional, que jamais esperava ver o chamado país do futebol se colocar de manifesto exatamente quando se aproxima o momento das maiores competições esportivas. Violência, prisões e festas conviverão simultaneamente, o que não deixa de ser uma síntese do cotidiano brasileiro.