Ficamos entre a esquerda que festeja a soltura Dirceu e a que sofre com a prisão de palestinos e sem tetos.

2017 marca uma subida de patamar nas confrontações capitaneadas pelas mulheres. No Brasil, tiveram flagrante caráter de denúncia de uma ofensiva conservadora.

Ficar apenas no restrito campo da legalidade denota ignorância, comodismo ou má fé ou o somatório de tudo isso.

É preciso ir além das celebrações e cantos de vitórias das velhas direções dos organismos da classe trabalhadora e vislumbrar todo o tabuleiro que se joga. Afinal, estamos falando de centrais que deram toda sua anuência à invenção da figura de Michel Temer como fiador da governabilidade lulista. “Dia 28 de abril de 2017 entra para a história da luta de classes no Brasil”.

A Jornada Nacional das Mulheres acontece de 6 a 10 de março em todo o Brasil. Leia entrevista com Atiliana Brunetto.

O fortalecimento de uma nova Confederação se faz necessário contra a desumanização e a barbárie impostas pelos donos do poder.