altCom a Petrobrás no centro da crise política, econômica e ética que marcou 2015 e os desdobramentos da Lava Jato, seus funcionários também entraram em cena e realizaram uma greve de 20 dias. Conversamos com Felipe Grubba, membro do sindicato.

O cancelamento das reintegrações de posse abriu precedentes para que dezenas de escolas fossem ocupadas pelos estudantes e levou ao recuo da repressão, que se faz presente na forma da Polícia Militar, ou seja, sua presença menos ostensiva deu a sensação de segurança para estudantes, comunidade escolar e apoiadores em geral.

 

altNo atual contexto de fim de ciclo político e econômico, a frase que intitula a entrevista cabe para os mais diversos segmentos da vida cotidiana. No caso, foi proferida por Leanir José da Costa, liderança da periferia sul de São Paulo que esteve à frente da ocupação Plinio Arruda Sampaio.

altPrisões arbitrárias, uso excessivo de armamentos menos letais e a violação de direitos estão entre as práticas do Estado durante as manifestações populares de 2014 e 2015. “Não se pode prender sem indícios, só em flagrante ou por decisão judicial”, argumenta a advogada Camila Marques, em entrevista à Ponte Jornalismo.

altO verbo é “somar” – não “dirigir”. Quem se recusa a entender isso, simplesmente não compreendeu nada do que houve nas ruas de 2013 para cá.

altA Copa do Mundo já passou e a zona leste de São Paulo continua mais ou menos a mesma de sempre. Aguerrida, a população local contra-atacou com a organização de um posto de saúde popular. É sobre isso que conversamos com o médico da família Felipe Gonçalves.

altSegundo a professora Cibele Lima, entrevistada do Correio da Cidadania, estamos diante de apenas mais um capítulo de uma saga que já vem há mais de 20 anos precarizando a rede de ensino público estadual. Com a diferença de que agora os estudantes dizem não em alto e bom som.

alt“A marca do Sartori é do caos e da destruição. É um governo forte no sentido de atacar direitos. Penso que este governo vai destruir o estado”. Depois de uma longa greve dos servidores paranaenses, agora a tensão entre governo e população foi mais ao sul. É disso que falamos com a professora Rejane Oliveira.

 

altDébora Firmino, do Comitê de Defesa da Bacia do Rio Urucuia e que coordena a vigília na nascente do Córrego Barriguda, explicou a situação vivida na região e falou da importância de se atentar à questão da água  - neste caso, o Rio Urucuia, um dos principais afluentes do São Francisco.

 

altUm dos professores agredidos pela PM na frente da escola, no último sábado, está em licença médica e recebe o apoio dos alunos; Apeoesp levará caso para pelo menos três Comissões de Direitos Humanos.

altConversamos com Mário Guimaraes Junior, servidor na Universidade Federal de Uberlândia. “O cenário da educação nesse segundo mandato de Dilma é: mais cortes no orçamento da educação pública e intensificação da precarização das condições de trabalho dos educadores".

altTomamos as ruas do Cabula em duas colunas batizadas de Coluna de Autodefesa Uhuru, coluna de proteção de mães e familiares para erigir um memorial aos mortos do Estado Racista Brasileiro. Erguemos o memorial no local onde a Rondesp executou mais de 15 jovens homens negros.