terraesquentando.jpgNinguém questiona as grandes obras de infra-estrutura planejadas para a região amazônica ou o nosso modelo de crescimento ancorado no agronegócio exportador. Danilo Pretti Di Giorgi.

CocosUma vantagem do coco em relação às culturas anuais é que os cuidados necessários são mínimos. Rodolfo Salm.

Meio Ambiente2007 foi um ano que não deixará muitas saudades, do ponto de vista ambiental. Danilo Pretti Di Giorgi, Rodolfo Salm e Rogério Grassetto.

FlorestaNão dá pra crer que a solução para a Amazônia passa pela concessão de florestas públicas e por manejos florestais. Danilo Pretti Di Giorgi.

 

cocos.jpgO asfaltamento é uma garantia para que se possa desmatar e escoar durante o ano todo, competitivamente, a madeira retirada, a carne e a soja. Rodolfo Salm.

CocosMinha primeira grande alegria ao voltar à região foi ver crescendo vivas e saudáveis as mudas que presenteamos. Rodolfo Salm.

 

secaretirante.jpgO total destinado aos “project finance”  não chega a 5% do total emprestado pelo sistema financeiro mundial. Não existe qualquer controle para saber se o dinheiro será usado para desmatar.

IndígenasA base de pesquisas do Pinkaití, na Terra Kayapó, que imaginamos poderia divulgar a importância das terras indígenas e da conservação, está semi-esquecida. Rodolfo Salm.

 

EconomiaAo defenderem a necessidade de crescimento e geração de energia, parece que economistas desacoplaram a economia do mundo natural. Rogério Grassetto Teixeira da Cunha.

Meio Ambiente2008 não será um bom ano para a ministra Marina Silva. Paralisada, continuará apostando na concessão de florestas públicas à gestão privada.

BrasilQuase dois séculos se passaram, o discurso ambientalista ganhou força, mas tudo indica que, na prática, nada mudou. Rogério Grassetto Teixeira da Cunha.

FlorestaO que se tem na prática é uma redução permanente da Reserva Legal da Amazônia de 80% para 50%. Rogério Grassetto Teixeira da Cunha.