Nas mãos do mercado financeiro, a sustentabilidade já se torna mais um nicho movido a fraudes e especulação.

REDD, crédito de carbono, ativos ambientais... Instrumentos financeiros que jamais serão úteis à preservação da natureza.

Nem tudo o que é econômico é financeiro. Lamentavelmente, porém, tudo o que é financeiro é econômico.

Ela não se limita a incluir as variáveis ambientais no debate político-econômico. Vem como um pacote forjado pelo setor financeiro.

Se um país não tem terra e água para plantar, compra (ou rouba) em outro continente. Esse movimento especulativo atrai todo tipo de negócios escusos.

Separamos o joio do trigo e esclarecemos conceitos sobre a comoditização. É muito mais complexo do que parece.

Façam mais perguntas antes de fazer leis para dar “valor” e/ou “valorar” os bens ambientais.

Essa nova e farsesca modalidade de economia financeirizada também terá o estouro de sua bolha.

A afirmação “alimento não é mercadoria” não encontra respaldo na realidade e no imaginário das pessoas comuns.