filme_bladerunner.jpg A cidade de Los Angeles, tal como retratada em Blade Runner, demonstra a falência urbana na modernidade em termos contundentes – a cidade  tornou-se um lugar de referências desconexas em que é mais fácil se perder do que construir uma vida.

tela_cinema.jpgAs novas tecnologias digitais já apontam para um cinema que se constitui como um espaço narrativo imersivo, no qual o observador também pode assumir a função de editor e operador de câmera.

filme_othello.jpgA peça é recheada de signos de transgressão a borrar todas as fronteiras nítidas e certezas estabelecidas.

espartacus.jpgFellini escolheu filmar como um contador de histórias anônimo, que conta o que não tem lugar nos livros da escola, mas que a memória dos povos teima em não esquecer.

filme_bladerunner.jpgNesse mundo de consumo irrefreável e esfacelamento das identidades pessoais, o progresso, no sentido moderno de aperfeiçoamento e melhoramento das coisas em nome do conforto social humano, perde todo sentido.

ft_pabloneruda.jpgComo nosso conhecimento pode nos ajudar a construir um futuro aberto e integrativo, em vez de tentar determinar tudo de antemão, como se o mundo funcionasse como uma máquina?

filme_osbrutostambemamam.jpgEm Os brutos também amam (Shane, EUA, 1953, dir. George Stevens), há muito para nos fazer pensar sobre as relações entre amizade e violência.

filme_hiroshimameuamor.jpgO amor – é preciso lembrar, para poder amar, é preciso esquecer, para poder lembrar. E isso em dois planos: a cidade que se reconstrói e a mulher que tenta se reencontrar.

filme_bladerunner.jpgA relação entre o humano e o não-humano é central. Há o não-humano que criamos e o não-humano que não criamos – teremos chegado ao ponto de não mais conseguirmos nos diferenciar de nossos artefatos?

filme_concorrenciadesleal.jpgO filme de Ettore Scola, ‘Concorrência desleal’, nos oferece a ocasião para refletir mais sobre o agir ético. A ação se passa na Itália, em 1938, um pouco antes da visita de Hitler a Mussolini.

ft_mazzaropi.jpgSe Mazzaropi representava mesmo os personagens da vida “real”, é discutível, mas indiscutível era sua capacidade de se comunicar com seu público.

claquete_cinema.jpgA câmera de Leon Hirszman não adapta a linguagem de Graciliano Ramos, ela busca captar a experiência temporal de Paulo Honório contando sua própria história.