altA coragem e determinação para levar até o fim suas decisões, a integridade e firmeza de sua atuação política e sindical, a personalidade forte e alegre compunham as características de um ser humano ímpar.

 

altA solução está, a meu ver, novamente nas mãos das gerações mais novas, porque estão imunes à influência nefasta dos meios de comunicação e da politicalha que vigora em larga escala neste “país tropical, abençoado por Deus?...”. Papel de destaque caberá também às entidades que não se deixam envolver pelo fanatismo político.

altOs indicadores apontam 2015 como mais um ano de dificuldades para os que vivem do trabalho. O que se espera é que cresça a compreensão de ser preciso sempre dar mais qualidade às ações de massa, a começar pela organização de base.

 

altFelizmente, em muitas cidades importantes, trabalhadores comprometidos com sua classe também resistem aos ataques da burguesia, promovendo atividades que visem recordar nossa história e despertar o sendo crítico dos trabalhadores.

altNesses tempos bicudos, com certeza o desaparecimento de Waldemar fará muita falta, muita falta mesmo, principalmente por sua capacidade de reflexão, disposição militante, caráter agregador e crença na humanidade.

 

altOs reacionários não se deram por vencidos e tentarão repetir a traição praticada contra a juventude, pela então secretária da Educação dos tempos de Covas, Rose Neubauer. A guerra não acabou também para essas novas gerações que vão fazendo seu aprendizado e descobrindo que podem ser os protagonistas das mudanças que o país tanto necessita.

altAs experiências de mobilização popular de 2013 precisam voltar. Porém, com um salto qualitativo nas suas lutas por profundas mudanças nas estruturas política e econômica, em função do social, e não mais do lucro a qualquer preço.

 

altO tempo revela que as políticas públicas tucanas se voltaram para grandes obras superfaturadas, em prejuízo total dos serviços essenciais ao povo, como a própria educação e saúde públicas, transporte coletivo, saneamento básico etc.

 

altEm 1979, como membro do comando da greve, acompanhou o assassinato do seu amigo Santo Dias. Na entrevista concedida, Rossi comenta a sua vida de militante, as principais lutas em que se envolveu e a relação com Lula.

 

altFelizmente, em várias cidades do Brasil, ainda restam sindicatos e sindicalistas que não aceitam o roubo e não se venderam aos interesses dos exploradores. Somados à força das Pastorais Sociais da Igreja Católica, organizam a celebração do 1º DE MAIO independente e de verdadeira resistência.

altSão passos crescentes e necessários para fazer frente às injustiças que continuam sendo praticadas no Brasil. Os “legados da Copa” não foram suficientes para enganar o povo todo o tempo todo

altEnquanto maquinam contra a vida do trabalhador, as centrais sindicais gastam o tempo dos seus “dirigentes” e o dinheiro do trabalhador discutindo a qual candidato darão seu apoio. Felizmente, ainda restam esperanças que nascem nas ações das novas gerações descrentes de tudo o que é oficial.