Correio da Cidadania

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Bolsonaro continua incondicional no discurso da fraude, não condenou a aventura golpista e, pior, já anuncia o mesmo roteiro para 2022.

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Ir às ruas dias 14 e 18 de março com sentimento de unidade é fundamental. A outra condição mínima é rechaçar novas reformas liberais.

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Chico foi um dos nossos, sua perda é irreparável, mas estará presente nas lutas do povo brasileiro.

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A festa mais popular do país foi a primeira grande manifestação de massas de crítica à onda conservadora e ao governo Bolsonaro.

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O que vale como recado para Bolsonaro deve valer especialmente para a esquerda: antes de 2022, vem 2021.

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Manifestações de março serão o termômetro das possibilidades de contenção ao neofascismo.

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Dizer que a curva da resistência é ascendente não é o mesmo que desconhecer as contradições desta conjuntura.

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Sem superar a conciliação de classes do lulopetismo, a esquerda não poderá oferecer um caminho de esperança.

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Rodrigo Maia também tem que parar com o seu "e daí?" e todas as expressões políticas conscientes precisam encaminhar a saída de Bolsonaro.

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Um governo de milicianos, com uma agenda devastadora de direitos e ataques à democracia recoloca crise institucional no horizonte.

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O governo de provocadores perde apoio; a hipótese de naufrágio precoce; aberto um novo cenário?

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A agonia do sistema serve para barrar as contrarreformas de Temer e engendrar novos processos democratizantes.

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