Rodrigo Maia também tem que parar com o seu "e daí?" e todas as expressões políticas conscientes precisam encaminhar a saída de Bolsonaro.

Um governo de milicianos, com uma agenda devastadora de direitos e ataques à democracia recoloca crise institucional no horizonte.

Ir às ruas dias 14 e 18 de março com sentimento de unidade é fundamental. A outra condição mínima é rechaçar novas reformas liberais.

Chico foi um dos nossos, sua perda é irreparável, mas estará presente nas lutas do povo brasileiro.

A festa mais popular do país foi a primeira grande manifestação de massas de crítica à onda conservadora e ao governo Bolsonaro.

altO próximo e natural passo dessa ofensiva é a Reforma da Previdência. Afinal, a PEC 241 para ser realmente eficaz nesse período precisa de um abrupto corte nos benefícios da Previdência Social.