O acordo é trágico, criada para atender unilateralmente a Israel, de forma escandalosa, violando sem pudor leis e acordos internacionais.

O ministro das Relações Exteriores tem direito a seu mundo paralelo, mas o mote não era “Brasil acima de tudo”?

Tudo indica que o governo, sentindo-se amparado internacionalmente, não pretende admitir concessões sérias ao povo em revolta e ao MAS.

A relação submissa de Bolsonaro e Araujo com os EUA não trouxe nenhum ganho real ao Brasil.