O que estamos passando agora, com o novo dirigente da nação, não é novidade. A história se repete, como farsa, em decibéis mais elevados.

E afinal, quem diz a verdade? Ninguém sabe, não importa. O que importa é manter todo mundo nesse estado catatônico de confusão.

Há um plano sim. O plano é assaltar o Estado no mais curto tempo. Pegar o que der.

Nos beach clubs de Jurerê, praia da elite, a droga rola solta. Mas lá não chega a força policial matando tudo que se move.

Nesse momento tão obscuro da vida brasileira lá vem a Record com mais uma novela bíblica: O Gênesis, o começo de tudo, o criacionismo.

Perdemos amigos, familiares, conhecidos, amigos dos amigos e não recobramos a consciência. A consciência de classe.

A síndrome do Aécio segue fazendo história. Quando quem ganha não é a velha elite, aí a eleição não vale.

Em Santa Catarina temos três etnias que ainda resistem na luta pelo seu espaço tradicional: os Kaingang, os Laklãnõ Xokleng e os Guarani.

Cada um que ajudou a colocar no poder os que hoje nadam no sangue é responsável. Nenhum esquecimento e nenhum perdão.

Os desgraçados acreditam que não tem a menor importância matar, socar, violentar. Fazem nas câmeras e postam.

Mesmo que alguma prefeitura seja conquistada pela centro-esquerda, o pós-eleição se converterá em um festival de horrores.