altA questão é que o PT tenta capitanear a contestação da legitimidade e ao governo a partir de sua operação como máquina eleitoral.

altQue tal começarmos a pensar em formas de enfrentar o que tanto nos deixou impressionados nas falas dos deputados? O que deve ser a Câmara dos Vereadores ou a Assembleia Legislativa mais próxima?

altOs profissionais de educação se encontram em greve há um mês, mas quero chamar atenção neste artigo para as ocupações promovidas pelos estudantes secundaristas a partir de mobilizações que eles vêm empreendendo desde o início do ano letivo.

 

altSe não tivermos capacidade estaremos selando o grande acordo que já deve estar sendo negociado, principalmente pelo novo ministro, para estancar a sangria: ou cada partido corta na própria carne ou colabora para manter o status quo polarizado que não nos levará a lugar algum. Essa é a escolha que temos agora a fazer.

 

altOs estudantes configuram uma nova modalidade de pressão e alcançam resultados que os sindicatos e as formas tradicionais de organização de trabalhadores não conseguem.

 

altNão é pela vaga evocação do vermelho esquerdista que foi derrotado pelo que há de pior no fisiologismo e conservadorismo. A saída é para além da esquerda, é pela sociedade na busca por constituir uma democracia real com base em pautas.

 

altQuais questões estão sendo invisibilizadas ou tendo sua não existência produzida quando a conjuntura política nacional parece sugar todas as atenções? Podemos verificar um apagamento na mídia.

 

altAs recorrentes comparações com Vargas e Jango para sinalizar o receio de um golpe que não virá, pois já foi dado pelo próprio PT, mostram que a “venezuelização” é a última cartada do PT, em especial de Lula.

 

altNão se trata de propor um acolhimento do PT como partido de esquerda que volta ao ninho, até porque não acredito que possa ser tido como partido de esquerda, mas como uma estrutura útil, no Congresso e entre os movimentos a ele alinhados.

 

altUma coisa é certa: o que for decidido pelo Congresso mais contestado da história não vai mudar muito os desafios que se tecem nos terrenos de luta, que é de onde podemos esperar mudanças. Essa constatação se deve ao fato de que o governo Dilma por si só é indefensável.

 

altDito o óbvio e encarando que o impeachment seria um golpe como muitos defendem, vou então destacar que até aqui alguns golpes bem recentes foram dados com a participação do PT e a maioria dos que gritam #NãoVaiTerGolpe acha “normal” ou “joga pra debaixo do tapete”.

 

altNo que diz respeito ao terreno da mobilização, precisamos inovar pois não há nada mais conservador do que simplesmente convocar uma manifestação, que é uma forma aceita e reconhecida pelo poder.