Estamos todos obrigados ao retiro compulsório. Voltar-se para dentro de casa e de si mesmo. Desapegar-se.

O folião exibe o seu avesso e desmascara convenções sociais, quebra preconceitos e ridiculariza a empáfia dos que detêm o poder.

Aumento da desigualdade, da pobreza, da exploração e dos ataques à natureza. O salto no escuro de 2018 entrega seus resultados.

Pais e alunos de escolas de Porto Alegre lançam livro-manifesto e se posicionam contra o ódio bolsonarista.

O país está seriamente afetado pelo bloqueio usamericano, agravado pela política agressiva de Trump.

O clamor da ciência é recebido com desdém. O poder tem sempre razão. E o seu único projeto de futuro é perpetuar o presente.

É equivoco pensar que a devastação ambiental resulta apenas do consumo das nações ricas.

A despeito da propaganda capitalista, não é possível prover liberdades reais sem justiça social.

O caudilho sabe que sem apoio popular seu futuro corre o risco de virar mero sonho. Para evitá-lo, recorre ao recurso de armar mãos e espíritos.

Aos protestos devem se sobrepor propostas, o único modo de evitar que os fantasmas do medo se reencarnem na figura do terror.

Não é só a crise econômica global que explica o reempobrecimento de grande parcela da população.