A despeito da propaganda capitalista, não é possível prover liberdades reais sem justiça social.

Que a devoção à Irmã Dulce não venha a reforçar o assistencialismo que tanto predominou na Igreja em tempos passados.

A corporocracia é a face da pós-democracia. E entre as corporações se incluem as Forças Armadas, supostamente despolitizadas.

Ortodoxia econômica, militarismo, desprezo por instituições, ódio a artistas e intelectuais, repulsa ao estrangeiro pobre...

Notre Dame será reerguida pelos franceses, sem dúvida. Mas o saque financeiro às ex-colônias vai até quando?

Depois da satanização do socialismo, chegou a vez do repúdio à democracia liberal voltada à promoção da igualdade de direitos.

Marighella é um exemplo a ser seguido por todos aqueles que se encontram, hoje, insatisfeitos com a atual conjuntura brasileira.

Bolsonaro sabe da desigualdade social, mas considera concessão ao “marxismo cultural” referir-se a esta realidade.