O 8 de março será especial no mundo inteiro. No Brasil, mais ainda, como contraponto ao chamado fascista para 15 de março.

Derrota de Corbyn reforça que reformismo não é antidoto suficiente contra neoliberalismo selvagem e populismo de direita.

Entrevista de Armínio Fraga mostra como pautas identitárias são ótimas para liberais se fantasiarem de democratas.

Esquerda institucional festeja insurreições em países vizinhos. Mas se o mesmo ocorre aqui o comportamento é conservador.