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altRelatório de pesquisa da UNESCO, publicado no aniversário do início da campanha liderada pelos sauditas, revela que um terço dos mais de três mil civis mortos eram crianças. “A escala de sofrimento é espantosa”, diz o relatório.

 

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altOs norte-americanos chamam de “pato manco” (lame duck) o presidente no último ano do seu mandato. Barack Obama pretende ser diferente.

 

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altA AIPAC tentou erguer a política norte-americana contra a nomeação do ex-senador Hagel a secretário de Defesa. Ele tinha se negado a assinar manifestos do lobby israelense e se portado de forma independente em outras questões. Mesmo assim, Obama nomeou Hagel.

 

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altJá se ouviam os acordes finais anunciando o happy end do conflito nuclear iraniano. A Associação Internacional de Energia Atômica (AIEA) atestara que o Irã cumprira todas as suas obrigações com o acordo de paz. As “sanções para agradar amigos externos e inimigos internos” podem levar Khamenei a radicalizar o seu pragmatismo conservador.

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altO Wikileaks publicou e-mails do arquivo da candidata democrata. O mais triste não é a incapacidade de Clinton antever o futuro no campo internacional. É seus e-mails refletirem claramente o desejo de que fatos injustos ou pelo menos discutíveis viessem a acontecer.

 

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altTalvez em mais um ou outro ponto secundário Cruz e Rubio concordem com Trump. No fundamental, são inimigos de morte. Os dois descendentes de cubanos defendem uma expansão da política imperial norte-americana e fortalecimento do país como único líder mundial.

 

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altO Occuppy não durou mais do que alguns anos, mas deixou raízes que começaram a dar frutos nas prévias eleitorais do estado de New Hampshire. Foi quando o candidato socialista anti-establishment, Bernie Sanders, derrotou a favorita, Hillary Clinton.

 

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altO que seria lícito esperar é, aplicando o Conselho de Segurança a Israel sanções semelhantes às que recentemente quase destruíram a economia do Irã, Netanyahu provavelmente amansaria. Talvez até topasse fazer concessões. O fato é que diplomatas palestinos já conseguiram a boa vontade da maioria dos países do Conselho de Segurança.

 

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altEle preferiu a posição conquistada para influenciar os dois lados a serem razoáveis e aceitarem uma paz, sem vencedor. Agora, ele espera que Obama renuncie a seu mantra “Assad tem de sair” e convença os rebeldes moderados e seus amigos Turquia, Arábia Saudita e Catar a caírem na real.

 

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altCaso os curdos, apesar da artilharia turca, tomem Azaz, ficará fechada a principal porta de entrada para os reforços dos rebeldes. Com as quedas de Aleppo e de Azaz, Assad adentrará a conferência de Genebra com maior força para ter seus pleitos atendidos. É o que Erdogan quer evitar a todo custo.

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altEsquecendo um pouco as guerras da Síria e da Ucrânia, a ONU criou um comitê para examinar o que estava acontecendo na guerra do Iêmen, que já dura 10 meses, da qual se conheciam rumores preocupantes. Sua principal conclusão foi de que a Arábia Saudita e aliados cometeram graves violações dos direitos humanos.

 

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altO plano prevê que Assad deverá ficar no poder até o fim do governo Obama, pois os russos não vão topar colocá-lo no ostracismo. E Obama não vai aceitar tirá-lo na marra.