altSe for realizado depois de sua recuperação, não é baixa a probabilidade de que, dada a magnitude dos cortes previstos, joguem de novo a economia na lona.

 

altÀs nações é oferecido – para se iludirem e imaginarem participar do poder – o simulacro de eleições, cada vez mais manipuladas. Grana distribuindo recursos para as campanhas eleitorais e dominando a grande mídia, principalmente a televisiva.

altA privatização interna da Petrobras teve um grande impulso no governo FHC, quando em 1997, logo após a quebra do monopólio, se realizou um acordo de exclusividade à Odebrecht em futuras parcerias. Este processo teve continuidade nos governos Lula e Dilma.

 

altQuando se noticia o crescimento negativo do PIB de 3,8 % deveria estar claro que o poder aquisitivo da classe média e dos mais pobres que esta caiu muitíssimo mais que do que 3,8 % ao ano, à taxa do conjunto da economia. De fato, tem peso cada vez maior o setor financeiro, em que avultam os grandes bancos , além dos cartéis transnacionais e demais rentistas.

 

altO Correio da Cidadania entrevistou o economista e professor da Unicamp Luiz Gonzaga de Mello Belluzzo, um das figuras mais proeminentes do país na referida área.

 

altA direção do espetáculo está sob controle do capital internacional. Na agenda política a entrega do pré-sal às multinacionais, a privatização das estatais, a menor participação do Estado no setor financeiro, a contrarreforma da previdência, a abertura das licitações públicas às multinacionais da construção civil.

 

altPor que Cunha permanece presidente da Câmara, embora acusado, com provas, de delitos gravíssimos? Por que a grande mídia noticia tão pouco e distorce o que acontece na Operação Zelotes, a qual envolve sonegação de impostos de R$ 600 bilhões?

 

altTem feito parte dessa cascata de consequências deletérias do modelo, implantado desde 1954, debilitar as Forças Armadas, abaixar a qualidade cultural, o grau de identificação das pessoas com a nação, o nível da educação em todos os graus e, finalmente, o êxodo, por falta de oportunidades de trabalho, de residentes qualificados.

 

altAo privatizar os aeroportos de Guarulhos, Viracopos e Brasília, a então - e ainda - presidenta Dilma Rousseff declarou que passá-los para operadores estrangeiros tinha o objetivo de que os brasileiros adquirissem “capacidade de gestão”. Só assim, segundo ela, seria possível a “administração eficiente dos três aeroportos”.

 

altO petróleo e em especial do Pré-Sal não escapam à lógica, mas será que os projetos governistas e oposicionistas sobre sua exploração são tão diferentes? Foi sobre isso que conversamos com o cientista político e consultor em economia Pergentino Mendes de Almeida.

altExistem conjunturas nacionais em que se deflagram processos sociais complexos. Um de seus sintomas é a radicalização das posições e do debate político em geral, assim como a simplificação de questões relevantes. Essas conjunturas, no entanto, não se explicam somente pelas disputas entre os grupos internos.

 

altAs saídas não emergem das discussões entre economistas monetaristas, autointitulados liberais, versus keynesianos. Desemprego, aperto financeiro e dívida pública imensa, em contraste com a abundância de recursos naturais e de gente querendo trabalhar e progredir na vida. Há que tratar da produção e da finança em conjunto.