Correio da Cidadania

Há uma enorme probabilidade de que estejamos prestes a assistir o que ocorreu no pós-racionamento.

O que levou séculos para se deslocar para o oeste, desde as Grandes Navegações, agora faz o caminho de volta em questão de décadas.

A população brasileira está prisioneira de um governo fundamentalista que obedece aos interesses da plutocracia.

O triunfo do rentismo e da matriz primário-exportadora já está a inviabilizar nossa sociabilidade.

Do ponto de vista operacional, a Petrobrás teve um excelente resultado no primeiro trimestre de 2020.

É isso que explica José Eustáquio Diniz Alves, sociólogo, mestre em economia e doutor em demografia, entrevistado pelo Correio.

Sem vastas medidas de contenção, como as que a China adotou, pode haver 37 milhões de casos – e 1,2 milhão de mortes – até fim do ano.

Castello Branco insiste no mito da Petrobrás quebrada para tentar justificar privatizações.

Daqui pra frente os capitalistas de todo o mundo sentirão mais intensamente o gosto amargo da lei do valor.

A única dúvida é se o desastre à frente assumirá a forma de uma estagnação prolongada ou a forma pura e simples de um colapso.

Salim Mattar, secretário de privatizações do governo, falsifica dados e números pra justificar entrega da lucrativa estatal.

Os ínfimos 0,2% acima do esperado de crescimento no trimestre vão renovar a embromação midiática. Veremos até quando...