O país, através de Dilma, proporia a regulamentação mundial sobre a questão, até em função da repercussão interna.

Washington não demonstraria boa vontade em desculpar-se ou pormenorizar de forma reservada a Brasília sobre a espionagem.

Em maio de 2013, a Casa Branca desejava do Planalto aproximação comercial, em especial no segmento militar, esportivo e educacional.

Washington, a despeito do peso comercial de Brasília, voltava os olhos para os países do Pacífico, não do Atlântico sul.