altOs EUA aguardam a sucessão presidencial para novembro com duas candidaturas bastante conservadoras, não obstante os esforços retóricos para diferenciá-las, no que não deverá alterar o relacionamento amero-brasileiro.

altA discordância entre a Casa Branca e o Planalto sobre aquela sociedade não impedia manifestações aproximadas sobre assuntos do cotidiano persa, embora por diferentes motivos – um por segurança regional; o outro por economia.

altSete anos mais tarde, democratas e castristas avizinham-se enquanto chavistas estertoram com a segunda queda do preço do petróleo. Quanto ao Brasil, resta, na melhor das hipóteses, a amarga indefinição dos trabalhistas.

 

altA sustentação do voo de cruzeiro dos dois diversos pretendentes à titularidade da Casa Branca demonstra a insatisfação da sociedade com os políticos considerados tradicionais, ou seja, com aqueles cujo comportamento se associa ao hoje desfavorável, ainda que não reconhecido pela elite, status quo dos EUA.

altA narrativa oficial para a Casa Branca seria a execução de um remanejamento, algo de que discordava o Planalto até em decorrência do receio do impacto na região amazônica – a militarização em grau mais amplo.

altMoises Naím, editor da Foreign Policy, afirmou que a política econômica da gestão de Lula situava-se mais à direita que a de Obama. Razão havia para que os democratas se entusiasmassem com os trabalhistas como singulares colaboradores na governança global.

 

altDepois de meio século, apesar da expansão física, haja vista os três campi, e do saudável aumento do número de alunos e de professores, a UnB encara problemas comuns a outras federais.

altAo invés de concentrar-se em questões econômicas, prementes por causa dos efeitos da crise mundial de 2008, o Planalto preferiu fantasiar sua projeção de poder, ao mirar na inatingível obtenção do ingresso no Conselho de Segurança como membro perpétuo.

altA boa vontade de Washington com Brasília refletiu-se na concessão de audiência do presidente Obama a então ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, em visita para encabeçar um encontro do empresariado – o Fórum de Altos Executivos Brasil-EUA.

altA gestão de Lula almejava responsabilidade maior, a despeito de não ter os meios suficientes para a subscrição do pleito: peso militar, econômico e cultural.

 

altSe os norte-americanos não haviam obtido sucesso no Afeganistão e Iraque, após anos de esforço, com custos materiais significativos, por que motivo teriam os russos na confrontação civil na qual o lado com o qual mantinham duradoura parceria encolhia a olhos vistos?

 

altRousseff herdou do relacionamento comercial entre os dois um fardo: um biênio de déficit. Isto encerraria o período positivo dos anos 2000. Até o momento, apesar do baque econômico brasileiro, o que deveria desestimular as importações, o saldo continua bastante inclinado a favor dos norte-americanos.