Malgrado a preferência dos norte-americanos, o importante para Brasília seria a necessidade de reformar o CS-ONU, ou seja, alargá-lo.

altOs Estados Unidos desejavam aplicar sanções ao Irã, porém o Brasil discordava de seu emprego, por avaliá-las contraproducentes – isolá-lo não barraria o andamento da execução da política nuclear, nem contribuiria para torná-lo mais democrático ou amistoso.

altA polêmica veio a lume em decorrência da visita do dirigente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, a Brasília. De acordo com o New York Times, o presidente Obama teria destinado a seu correspondente brasileiro, Lula, uma carta de três páginas.

altNa manifestação do governo brasileiro, a crise econômica mundial havia chegado ao seu território com menor força. Por isso, ele havia saído antes dela. O otimismo beirava, como se observa, a jactância.

Chega-se ao fim de 2016 nos Estados Unidos com o lamento de parte da população acerca do resultado da eleição presidencial.

altA justificativa utilizada para não acolher no primeiro círculo da chancelaria o enviado estadunidense esboroou-se quando se efetivou seu recebimento pelo titular da defesa, Nélson Jobim. O propósito da visita foi reforçar o apoio junto ao Brasil da aquisição de jatos por empresa norte-americana.

altA insistência do Planalto com o ingresso no restrito clube deriva do fato de quase ter figurado nele ao ser implementado, há sete décadas. A Casa Branca pressionou a favor de dois aliados: China e Brasil. A discordância partiu dos britânicos e russos.