A classe empresarial e demais classes proprietárias são responsáveis pelo desligamento da economia nacional do resto do mundo.

País entrega controle monetário e cambial para bancos e garante obscuridade total no universo das transações financeiras.

ANEEL esconde dados referentes à explosão tarifária dos serviços de abastecimento de eletricidade.

A crise do coronavírus expôs algo que andava despercebido: a incapacidade de a economia fundada na forma-valor resolver problemas sociais.

Quem continuar a defender âncora fiscal (teto de gastos) será tão responsável pelas milhares de mortes adicionais quanto o governo Bolsonaro.

Esvaziá-la nos faz só mais um fornecedor de matérias primas, sem perspectiva de desenvolvimento e integração social.

Nesta entrevista o demógrafo José Eustáquio Diniz Alves contextualiza, enumera e detalha o tamanho do estrago que vive o Brasil.

A Petrobrás antes da Lava Jato possuía 86.111 empregados e hoje em números atualizados conta com 46,6 mil empregados.

O Correio conversou com Sidivaldo Borges, o Escort, dirigente do Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté, que trabalhou 26 anos na multinacional.

Por que a consciência cívica não aceita discutir um novo modo de produção e de organização social que supere todos esses preconceitos?