Correio da Cidadania

Lei da Infância e da Maternidade completa um século em momento de inexorável retrocesso das pautas sociais.

O que diferencia o estadista do mero governante é a capacidade de percepção da amplitude do problema. 1929 é um parâmetro.

A visita de alguns dias aos Estados Unidos não interrompeu o desgaste da presidente Dilma Rousseff mesmo em julho, mês de recesso.

Apesar de não estar na prioridade da Casa Branca, o Planalto podia beneficiar-se no médio prazo em diversos segmentos.

Menos conservadores, Biden-Harris terão a oportunidade de firmar a primazia norte-americana desde que considerado o multilateralismo.

2020, ano eleitoral, não traz consigo expectativa de alterações significativas, a não ser no instável Oriente Médio.

Em meio à crise política interna ascendente, a gestão de Dilma tentava contorná-la, ao aproximar-se dos democratas do Norte.

Havia condições para a expansão do ensino superior pátrio, mas faltava – como até agora – definir o modo e o propósito.

No Brasil, alguns se iludiram ao acreditar que seria possível uma aproximação maior com os EUA nos últimos dois anos via bajulação incomum.

A busca por parceria privilegiada não tem acarretado nenhum reconhecimento político ou benefícios econômicos aos brasileiros.

Na visita de 2015, optou-se por devanear, ao tratar de questões desimportantes naquela altura.

Enfraquecida de modo político, não restavam muitas opções de ação para a administração trabalhista.