A agregação não ou pré-capitalista foi secundária até a abolição, quando virou  predominante e perdurou até meados dos 60 no Brasil.

Como disse William Waack no Congresso do Agronegócio: “É a elite que cria as condições. Nós! Estou me colocando também”.

Não é a que lado dos setores reacionários se aliar, mas: como detê-los em seus aspectos estratégicos e ganhar as batalhas táticas?

Enquanto vemos equívocos analíticos sobre uma suposta multipolaridade, a guerra se mantém como “solução” para alguns.

As verdadeiras traições de Palocci jamais foram coibidas quando o partido surfava em sua aceitação pela burguesia.

Se não há uma unidade de classe do proletariado internacional, ele é muito maior do que antes das duas guerras.

Mais do que antes, as forças de esquerda estão convocadas a pensar e a agir numa perspectiva de médio e longo prazo.

Não se compreende a crise sem ter claro o sistema financeiro como organizador da produção industrial, agrícola e sua circulação.

Vale a pena examinar os processos históricos de evolução e de revolução do Brasil e dos Estados Unidos.

Mantida a estratégia de conciliação, os efeitos táticos serão capengas e a possível candidatura Lula perderá consistência.

O Plano Popular de Emergência pode contribuir para a formulação de algo além de um novo “soluço industrializante”.

Imagino Cazuza perguntando, indignado: “qual é o teu negócio? O nome do teu sócio?”. Ele certamente teria várias respostas.