Com sua política e como aprendizes de feiticeiros incompetentes, mais do que em 1989, os comandantes golpistas implodiram sua unificação.

A história tem demonstrado que o desenvolvimento mundial capitalista é não só desigual, mas também descombinado.

A primeira questão quanto ao desenvolvimento no Brasil, mesmo capitalista, é encarar e conduzir a luta de classes da base da sociedade.

Hora de cair na real, recompor a ampla base social, adotar uma estratégia de defesa política ativa e táticas massivas de combate.   

A maioria dos brasileiros condena as engrenagens de poder, mas não percebe que classes são responsáveis por tal situação.

Frações da classe média de papel importante na derrota dos trabalhadores podem desempenhar igual papel na derrota de frações burguesas.

É inexorável a substituição da força humana pelas máquinas e a tecnologia. Resta saber se pela via capitalista ou socialista.

A classe dominante cabloca tornou o Brasil incapaz de aproveitar a globalização do capital para um desenvolvimento independente e soberano.

Para um desenvolvimento mais sustentável é necessário contar com instrumentos econômicos estatais múltiplos nos processos concorrenciais.

Agroburguesia tenta legitimar-se como indústria-riqueza do país e assumir hegemonia ao lado da fração financeira e estrangeira.

Na atualidade, o “socialismo de mercado” chinês ainda está no patamar juvenil de seu desenvolvimento.

Foi a lembrança das desventuras de Rosa Luxemburgo e Karl Liebknecht a primeira reação que tive ao brutal assassinato de Marielle e Anderson.