Se os partidos de esquerda quiserem sobreviver ao tsunami fascista, mesmo que seu candidato seja derrotado, terão de agir estrategicamente.

Se a chapa PT-PC do B vencer as eleições, em meio a uma política cada dia mais interditada, terá desafios maiores que a era Lula.

Para um desenvolvimento mais sustentável é necessário contar com instrumentos econômicos estatais múltiplos nos processos concorrenciais.

Agroburguesia tenta legitimar-se como indústria-riqueza do país e assumir hegemonia ao lado da fração financeira e estrangeira.

É necessário frisar que a vitória depende principalmente de se manter fiel ao Povo Brasileiro, dizer claramente como transformar o país.

Com sua política e como aprendizes de feiticeiros incompetentes, mais do que em 1989, os comandantes golpistas implodiram sua unificação.

A história tem demonstrado que o desenvolvimento mundial capitalista é não só desigual, mas também descombinado.

A primeira questão quanto ao desenvolvimento no Brasil, mesmo capitalista, é encarar e conduzir a luta de classes da base da sociedade.

O discurso da esquerda precisa tocar fundo nos corações e mentes dos desesperançados e conseguir mudar o voto na “loucura”.

A maioria dos brasileiros condena as engrenagens de poder, mas não percebe que classes são responsáveis por tal situação.

Frações da classe média de papel importante na derrota dos trabalhadores podem desempenhar igual papel na derrota de frações burguesas.

É inexorável a substituição da força humana pelas máquinas e a tecnologia. Resta saber se pela via capitalista ou socialista.