Nestas condições, como fica a intenção miliciana de ruptura? Esta não é uma questão fácil de ser respondida. Estamos em uma disjuntiva.

O sociólogo do trabalho Ruy Braga analisa os cenários sociais e as perspectivas, nada alentadoras, das disputas políticas nacionais.

A generosidade dos governos ao Capital possibilitou a estes a possibilidade de superarem os efeitos da crise sanitária em apenas nove meses.

O deputado Ivan Valente afirma que o resultado já era previsível e as esperanças de uma derrocada bolsonarista se baseavam na ilusão “de um polo democrático que nunca existiu”.

Sobre o mandato de Araújo e as perspectivas com o novo ministro, entrevistamos Pio Penna, diretor do Instituto de Relações Exteriores da Universidade de Brasília.

Reaparição de Lula ganha ares divinos em meio à tragédia da “nova era”. Direita lúcida parece capitular.

Debate sobre grupos prioritários naturaliza absurda incompetência governamental e, ainda por cima, despreza profissionais da saúde mental.